"O entregador de bicicletas Deliveroo, Sytse Ferwanda (20), é um empresário independente e não um empregado", foi o julgamento do tribunal de Amsterdã. O contrato que foi celebrado entre um entregador e o Deliveroo não conta como contrato de trabalho - e, portanto, o entregador não é um funcionário da empresa de entrega. Segundo o juiz, é claro que o contrato foi concebido como um contrato de trabalho por conta própria. Também com base no método de trabalho, fica claro que não há emprego remunerado neste caso.

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